Durante as férias tive a oportunidade de voltar a patinar no paredão de Oeiras.
Aproveitei e filmei todo o percurso a fim de mostrar aqueles que não sabem onde patinar em Lisboa ou desconhecem a "pista" o quão facil e agradável é andar lá.
Hobby's
Blog Pessoal onde registo trabalhos, experiencias, resultados e acontecimentos dos meus hobby's.
22 de Maio de 2012
7 de Maio de 2012
O regresso ao Freestyle
Depois de 1 ano no mundo da patinagem artística com os últimos 4 meses a patinar com patins em paralelo, que era novidade para mim pois aquilo parecia ter vida própria (rsrsrs), não me saí nada mal para um "trintão" inexperiente, e quase conseguia fazer o nivel 3 da patinagem artística se não fosse a falta de treino no pião a 2 pés, chegou o tempo de voltar para os patins em linha e reiniciar o estilo que me cativou quando comecei a patinar, o freestyle slalom.
Não é que a patinagem artística não me cative, mas o rumo da vida a fez separar de mim "de momento".
Peguei novamente nos patins em linha, não para dar uma simples volta na rua, mas sim para voltar a apanhar o jeito do estilo.
Deixei as pernas e a cabeça fazerem o que queriam, guiando-me no que sabia fazer na altura que praticava este estilo.
Gravei um pouco e ao ver o resultado constatei que existem de momento dois estilos de patinagem em colisão, um livre que vai fazendo dos movimentos uma brincadeira e outro regido pela disciplina proveniente da patinagem artistica.
O pião com a posição dos braços como se diz "agarra o gordo" com a saída, o salto de valsa e o salto picado que não existem no freestyle, a posição dos braços quando patino de costas, os mohawks, etc, predominam e dominam o estilo e a maneira como patino... até o deslizar para a frente...
São dois estilos inacabados que juntos me parecem estranhos...
Mas agora que estou a terminar este post lembrei-me do porquê de ter entrado na patinagem artística, era para adquirir técnica para ser usada no freestyle... nunca se está contente com o que se tem LOL
Não é que a patinagem artística não me cative, mas o rumo da vida a fez separar de mim "de momento".
Peguei novamente nos patins em linha, não para dar uma simples volta na rua, mas sim para voltar a apanhar o jeito do estilo.
Deixei as pernas e a cabeça fazerem o que queriam, guiando-me no que sabia fazer na altura que praticava este estilo.
Gravei um pouco e ao ver o resultado constatei que existem de momento dois estilos de patinagem em colisão, um livre que vai fazendo dos movimentos uma brincadeira e outro regido pela disciplina proveniente da patinagem artistica.
O pião com a posição dos braços como se diz "agarra o gordo" com a saída, o salto de valsa e o salto picado que não existem no freestyle, a posição dos braços quando patino de costas, os mohawks, etc, predominam e dominam o estilo e a maneira como patino... até o deslizar para a frente...
São dois estilos inacabados que juntos me parecem estranhos...
Mas agora que estou a terminar este post lembrei-me do porquê de ter entrado na patinagem artística, era para adquirir técnica para ser usada no freestyle... nunca se está contente com o que se tem LOL
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2 de Abril de 2012
Um adulto pode aprender a fazer patinagem artística?
Em algumas das minhas publicação costumo de algum modo tentar incentivar os adultos, no caso de sentirem alguma "atracção" pela patinagem artística, a envolverem-se nesse mundo que tanto gosto mas que, por motivos pessoais, me levam a afastar-me por tempo indeterminado (só da patinagem artística =) ).
Nem tudo são rosas, alegrias e blabla ... coisas bonitas, seja na patinagem ou qualquer outra modalidade. Já me envolví em várias modalidades durante a minha vida, mas vou escrever sobre a patinagem artística que é a que mantinha contacto e de algum modo pretendo ajudar e alertar quem pretende iniciar a pratica desta.
P: Posso aprender a fazer patinagem artística após os 30 anos?
R: Podes, mas vai existir muitos obstáculos...
1º - Disponibilidade
A disponibilidade para os treinos não é a mesma, temos afazeres, rotinas diárias que nos ocupam o tempo, será muito difícil conciliar os treinos com o pouco tempo pós-laboral que nos resta.
2º - Resistência psicológica.
Não é facil depois de 8 horas de trabalho (para não falar em mais....), mantermos à mesma vontade ou predisposição para treinarmos e nesta modalidade o esforço fisico colide com a resistência psicológica.
3º - Coragem
Esta modalidade não tem lugar para "medos" e temos de estar dispostos a saltar, a andar com velocidade, a fazer uma serie de peripécias que serão propícias a umas quedas.
Pois é, nesta idade, sem qualquer hábito a quedas, vamos facilmente adquirir no mínimo o que se chama no calão portuguese "relógios de tempo". Distensões musculares e micro-roturas que nos irão incomodar com a variação climatérica e com o passar do tempo.
4º - O local onde vais treinar.
Será maioritariamente ou totalmente povoado por crianças. Vais te sentir provavelmente "desconfortável" e dificuldade na participação ou envolvimento no espirito do grupo devido à discrepância de idades e mentalidades, terás de estar disposto/a a treinar "isolado/a".
5º - Os treinadores e método de treino.
Provavelmente assistirás a treinos onde reina a pressão, berros de ordens, choques emocionais e numa ou outra escola, castigo físico, que para uma criança "aparentemente" não a afecta, mas provavelmente te vai afectar só pelo facto de presenciares.
Alguns treinadores não estão preparados para lidar com adultos, a contestação de uma decisão de um treinador poderá ser levada a mal porque não está habituado a receber "reclamações" (a reclamação de um miúdo não é vista do mesmo modo que uma reclamação de um adulto ), como tal, caso seja confrontado pode apresentar uma personalidade ditatorial e fazer afastar os "crescidos".
6º - Ser aceite na "comunidade"
Devido a estes problemas, muitos dos treinadores não estão dispostos a perder tempo com os adultos e como tal não te vão aceitar.
7º - Reacção dos clubes e a sua liberdade de escolha e acções.
Alguns clubes ficarão ofendidos se experimentar aulas noutros clubes, por pretender sair do clube para ir treinar para outro lado ou por não querer participar em festivais e realizar provas.
Quando se está filiado num clube, este poderá confundir essa pessoa inscrita, com algo que adquiriu e pressupõem que o patinador deixa de ter liberdade de acção, de escolha ou vontade.
P: Mas, será possível um adulto poder aprender a fazer patinagem artística?
Claro que sim, mas pode vir a ser um longo caminho até conseguir encontrar o equilibrio dos pontos apresentados, no entanto sugiro manter-se afastado/a de clubes que apresentem as seguintes características:
- Se a 1ª abordagem de um responsável do clube é criticar outro clube ou treinador.
- Se os treinos são realizados constantemente aos berros dirigidos aos alunos, dando ordens e xingando-os.
- Se notar prepotência na postura de algum treinador/a.
- Se o regulamento do clube apresentar penalidades no caso de desistência ou regras confusas onde existe excesivos deveres para os alunos e nenhuma obrigação para os treinadores ou para o clube o que chamo de "regulamento unilateral".
Considera este texto como uma experiencia isolada , não é generalizada.
Para as mentes mais férteis, este texto não tem intenção de difamar ou denegrir esta modalidade.
Vive a tua experiencia.
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Patinagem Artística
1 de Abril de 2012
Teste de Iniciação à patinagem artística - Nivel 3 - Fânzeres
Mais um obstáculo a ultrapassar, quando recebi a notícia que ia fazer o teste no dia 31 de Março de 2012.
De todos os elementos que tinha de executar o que mais "temia" era o pião.
Não se tratava do numero de voltas que tinha de fazer ou a saída mas sim a constante utilização do travão no pé esquerdo ao executar este movimento que não pode ser usado.
Até ao dia da prova não tinha conseguido livrar-me desse "tique",durante a semana recorri os meus treinos pessoais, aproveitei todo o tempo possível na garagem depois dos almoços rápidos, mas não foram suficientes.
Estou consciente que não foram em vão, mesmo tendo falhado sinto que quando existir o "clique" a execução será melhor do que se pode esperar mas até lá...
Aqui fica a minha prova com um final um pouco amargo...
De todos os elementos que tinha de executar o que mais "temia" era o pião.
Não se tratava do numero de voltas que tinha de fazer ou a saída mas sim a constante utilização do travão no pé esquerdo ao executar este movimento que não pode ser usado.
Até ao dia da prova não tinha conseguido livrar-me desse "tique",durante a semana recorri os meus treinos pessoais, aproveitei todo o tempo possível na garagem depois dos almoços rápidos, mas não foram suficientes.
Estou consciente que não foram em vão, mesmo tendo falhado sinto que quando existir o "clique" a execução será melhor do que se pode esperar mas até lá...
Aqui fica a minha prova com um final um pouco amargo...
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Patinagem Artística
18 de Março de 2012
Uma viagem no tempo em patins.
Em resposta a um concurso lançado pelo Frederico em que o tema era fazer um filme onde teríamos de aparecer a patinar, vasculhei no arquivo do PC e resolvi fazer uma compilação de vários momentos felizes que passei em cima deles.
O período de tempo, desde o início da minha aventura sob rodas até à actualidade não é longa e não sou um "craque" nos patins mas sou completamente feliz quando deslizo e isso é o que importa para mim.
De certo modo o video também tem como destino os mais "velhos" que nunca patinaram e que agora gostavam de patinar mas estão vedados por seus próprios preconceitos.
Nunca é tarde para iniciar uma aventura.
Divirtam-se!
O período de tempo, desde o início da minha aventura sob rodas até à actualidade não é longa e não sou um "craque" nos patins mas sou completamente feliz quando deslizo e isso é o que importa para mim.
De certo modo o video também tem como destino os mais "velhos" que nunca patinaram e que agora gostavam de patinar mas estão vedados por seus próprios preconceitos.
Nunca é tarde para iniciar uma aventura.
Divirtam-se!
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